quarta-feira, 23 de maio de 2012


Você pode entender e gostar do meu agir. Você pode entender e gostar do meu falar. Você pode entender e gostar do meu olhar. Você pode entender e gostar do meu sorrir. Mas é no meu silenciar que você pode passar a me entender e ver se realmente gosta de mim.

Renata Ferreira

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Se Deus pensasse como eu penso sobre as pessoas, eu estaria bem mal agora. Se Deus desistisse de mim como eu penso em desistir das pessoas, eu não teria salvação.
Mas Deus é bom e a Sua misericórdia dura para sempre. 
O tempo passa e eu percebo o quanto eu preciso da ajuda de Deus, o quanto eu preciso aprender com Ele, o quanto eu vejo que Ele é tudo o que eu preciso.
Os meus defeitos tem para mim ficados expostos e tem sido muitas vezes difícil lidar com isso. Era tão mais fácil quando eles ficavam debaixo do tapete onde ninguém via, ou melhor, onde eu - mais especificamente - fingia que não via. Hoje eles se mostram com um pouco mais de clareza para mim. E isso dói. Porém, só assim poderá haver cura. Porque só assim eu saberei o que está errado, o que é preciso que seja mudado para que eu possa, então, me arrepender. Só assim Deus poderá agir na minha vida e  como barro me transformar em Suas mãos, para que eu me torne em um vaso, em uma peça útil para o Seu Reino.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Melhor é morrer no país do carnaval...

"Queria ser presidente por um dia. Faria uma lei que anulasse o carnaval em prol da nação. Argumentos lógicos não me faltam: Diminuição de

acidentes; menor índice de HIV positivo; melhorar imagem do país no exterior; cortar semana ociosa para que aumentemos nossa renda; valorizar a imagem da mulher brasileira; investir os 2 bilhões por ano do carnaval em educação; diminuir consumo de drogas nesse período....

Acho que não teria o apoio popular pra isso. Já tivemos presidentes que afundaram a educação, a habitação, a reforma agrária, a inflação, a renda familiar, os empregos, e até mesmo presidente que roubou nossa poupança. Ninguém reclamou. Porém se eu acabasse com o carnaval certamente me matariam. Mesmo sabendo o risco que corro, aceitaria essa missão suicida, afinal, é melhor morrer no país do carnaval do que viver no carnaval desse pais."

#DaniloGentili

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Fazendo arte

Já vieram te falar que não sabes desenhar?
"A casa não é assim. Está errado..
Não, não. pinte desta cor o seu telhado!"
Mas, me diz: Pra quê?
Espere um pouco e você vai entender.
O meu céu vai ser laranja, o azul está batido
e eu gosto mesmo é quando mancha.
Quando invento não entendo, só depois vou entender.
O que sai é da minh'alma e nem sempre é pra você.
O negócio é criar, deixar a imaginação voar.
Se tá complicado compreender, a saída é ver TV.
Mas, se disserem para você que arte não sabes fazer,
lembre-o, então, que o que vale é a diversão.


quinta-feira, 5 de abril de 2012


Acalma coração. Aquieta-te.
Não vale a pena viver de ilusão.
Talvez você viaje pra bandas de lá ou talvez não.
Só não deixe o real virar decepção.
Acredite que tudo acontece no tempo em que deve acontecer.
Se forçar as coisas, o sonho, ao invés de se tornar feliz, pode até padecer.

terça-feira, 20 de março de 2012

Ando intrigada

As pessoas não são como nós imaginamos. Tem gente que é mais simples de entender. O jeito como fala, age, ou fica em silêncio, não faz tanta diferença assim para quem está começando a conhecê-la. Porém, existem pessoas que intrigam. Pelo menos a mim intrigam.
Sou uma pessoa extremamente tímida quando chego a um local novo - e isso piora 3 vezes se nesse local todo mundo já se conhece e só eu tô lá de gaiata - mas se qualquer um me der espaço pra falar, eu falo numa boa. E falar me deixa confortável, a não ser que...
Pessoas calmas e quietas me intrigam. Odeio não saber o que passa na cabeça delas. Ok, eu sei que não consigo saber o que passa na cabeça de ninguém e não significa que só porque alguém converse comigo eu saiba o que passa em sua cabeça. Mas, eu acho que esse meu jeito de falar muito e rápido e um pouco atrapalhado sempre assusta ou não agrada essas pessoas mais "na delas", sabe? É difícil explicar. Só sei que eu travo completamente perto delas e tento segurar minhas mãos, só que se eu segurar as mãos eu não falo, porque me expresso com as mãos, o que me deixa constrangida e atrapalha tudo. E, normalmente, são exatamente essas pessoas que eu quero muito conhecer, saber tudo o que aconteceu em suas vidas em um dia. Sei que isso não vai acontecer, pois para eu saber boa parte do que há dentro dela, vai demorar muito tempo, e enquanto esse tempo não chega eu fico intrigada e super curiosa.

Pensando melhor, ainda bem que existem pessoas assim. Elas me ensinam a lidar com a ansiedade e, em regra, no final das contas, eu me dou bem com elas e descubro que não é todo esse drama que eu imaginei.

(Lembrando que toda regra tem sua exceção. Mas se um dia você quiser me conhecer, peço por favor que não seja a exceção)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Não sou daquelas pessoas que passam horas em transportes públicos para se deslocar de um lugar para o outro, mas, nos poucos 5 minutos que passo por dia debaixo da terra entre duas estações de metrô, gosto de observar as coisas que acontecem a minha volta.
Hoje, eu parei para observar as pessoas. Percebi que elas agem quase todas da mesma maneira. As que estão com amigos conversam tranquilamente e as que estão sozinhas ficam paradas, caladas e, geralmente, olhando para um ponto fixo, já que se você olhar para alguém por mais de 5 segundos pode até dar em discussão ("Qualé, perdeu alguma coisa?!").
Todas essas pessoas me pareceram iguais hoje. Elas eram só pessoas. E se você for levar por esse lado, tudo fica tão pobre e tão vazio. Porque, na realidade, a história que cada um viveu é que faz a diferença. É o que mostra o caráter, o que mostra a personalidade, a forma de agir, de falar, de pensar.
Nenhuma dessas histórias é igual a outra e é isso que torna as pessoas interessantes, é isso que dá vida a elas.

O tempo que eu passei no metrô com as pessoas que estavam ali fizeram parecer que tudo era igual por um instante, mas não era. As histórias eram diferentes e isso muda tudo.