"Queria ser presidente por um dia. Faria uma lei que anulasse o carnaval em prol da nação. Argumentos lógicos não me faltam: Diminuição de
acidentes; menor índice de HIV positivo; melhorar imagem do país no exterior; cortar semana ociosa para que aumentemos nossa renda; valorizar a imagem da mulher brasileira; investir os 2 bilhões por ano do carnaval em educação; diminuir consumo de drogas nesse período....
Acho que não teria o apoio popular pra isso. Já tivemos presidentes que afundaram a educação, a habitação, a reforma agrária, a inflação, a renda familiar, os empregos, e até mesmo presidente que roubou nossa poupança. Ninguém reclamou. Porém se eu acabasse com o carnaval certamente me matariam. Mesmo sabendo o risco que corro, aceitaria essa missão suicida, afinal, é melhor morrer no país do carnaval do que viver no carnaval desse pais."
#DaniloGentili
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terça-feira, 15 de maio de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Não sou daquelas pessoas que passam horas em transportes públicos para se deslocar de um lugar para o outro, mas, nos poucos 5 minutos que passo por dia debaixo da terra entre duas estações de metrô, gosto de observar as coisas que acontecem a minha volta.
Hoje, eu parei para observar as pessoas. Percebi que elas agem quase todas da mesma maneira. As que estão com amigos conversam tranquilamente e as que estão sozinhas ficam paradas, caladas e, geralmente, olhando para um ponto fixo, já que se você olhar para alguém por mais de 5 segundos pode até dar em discussão ("Qualé, perdeu alguma coisa?!").
Todas essas pessoas me pareceram iguais hoje. Elas eram só pessoas. E se você for levar por esse lado, tudo fica tão pobre e tão vazio. Porque, na realidade, a história que cada um viveu é que faz a diferença. É o que mostra o caráter, o que mostra a personalidade, a forma de agir, de falar, de pensar.
Nenhuma dessas histórias é igual a outra e é isso que torna as pessoas interessantes, é isso que dá vida a elas.
O tempo que eu passei no metrô com as pessoas que estavam ali fizeram parecer que tudo era igual por um instante, mas não era. As histórias eram diferentes e isso muda tudo.
Hoje, eu parei para observar as pessoas. Percebi que elas agem quase todas da mesma maneira. As que estão com amigos conversam tranquilamente e as que estão sozinhas ficam paradas, caladas e, geralmente, olhando para um ponto fixo, já que se você olhar para alguém por mais de 5 segundos pode até dar em discussão ("Qualé, perdeu alguma coisa?!").
Todas essas pessoas me pareceram iguais hoje. Elas eram só pessoas. E se você for levar por esse lado, tudo fica tão pobre e tão vazio. Porque, na realidade, a história que cada um viveu é que faz a diferença. É o que mostra o caráter, o que mostra a personalidade, a forma de agir, de falar, de pensar.
Nenhuma dessas histórias é igual a outra e é isso que torna as pessoas interessantes, é isso que dá vida a elas.
O tempo que eu passei no metrô com as pessoas que estavam ali fizeram parecer que tudo era igual por um instante, mas não era. As histórias eram diferentes e isso muda tudo.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Já não bastava as pessoas ficarem escolhendo e apontando as outras como carne no açougue, agora ficam escolhendo e apontando como o refrigerante que mais gostam.
Os papeis se inverteram e a sociedade ainda dá risada de algo que é triste. Depois as pessoas exigem por serem valorizadas.
Mulheres querem ser chamadas de princesas e homens querem ser respeitados por suas cabeças. Mas como isso pode acontecer se estão se desvalorizando e se colocado em posição de mercadoria em liquidação no mercado?
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Deus não falha
Quero compartilhar algo que aconteceu comigo ontem:
Eu estava estudando loucamente para fazer a prova e Direito
Penal que foi hoje, e estava tão desesperada achando que não ia conseguir me lembrar
de tudo que comecei a deixar “ajudinhas”, “recadinhos” para mim no código
penal. Em outras palavras, eu comecei a fazer cola no código.
Não gosto de colar, acho além de roubar a informação, rouba
a real oportunidade de saber qual é o meu conhecimento, seja ele qual for.
Bom, meu coração apertado, minha vista embaçada e eu só
pensei em uma coisa: Vou orar. Então, pedi a Deus para que me ajudasse, me
acalmasse e que eu pudesse me lembrar de
tudo aquilo que eu estava estudando com tanto empenho. E eis que Ele fala ao
meu coração:
- Se você quer confiar em mim e quer que eu te ajude, apague
tudo o que você escreveu no código.
E eu fiquei com uma cara de tacho, sem saber o que
fazer. É fácil pensar “Quando Deus pedir
para eu fazer alguma coisa, eu farei com certeza” ,aí Ele te pede de verdade e
a conversa muda. Fiquei naquelas de negociar, sabe como é? “Mas Pai, eu apago
daqui a pouco, vou deixar mais um pouco para eu decorar, porque eu posso
esquecer.”
Parei pra pensar e percebi, que se eu fizesse isso, eu não
confiaria em Deus e minha oração seria em vão. Para que eu precisaria da ajuda
de Deus se eu tinha a minha “ajudinha” no próprio código? Eu estava dizendo dessa forma que o meu Deus era falho.
Deus não é falho, Ele não é homem para que falhe em nada.
Ele é Deus. Podemos confiar nEle.
Apaguei as minhas anotações, com um pouco de medo no
começo, mas depois percebi que não havia o que temer, e quando achei uma hoje que
faltou apagar, eu o fiz sem pestanejar. Deus pode te ajudar em tudo aquilo que
você pedir, mas você tem que confiar nEle para isso de coração. Não usando
meios para caso Ele falhe, haja outra saída. A única pessoa que poderia falhar
naquele momento seria eu, mas eu não estou sozinha, pois Deus está comigo em
todos os momentos, então... Já sabem.
“Entrega teu caminho ao Senhor; confia nEle e Ele tudo fará”
Sl 37:5
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Não sei mais se os adolescentes estão mesmo mais malvados ou se são alguns que estão exagerando nos seus direitos de defesa.
Agora bullying virou moda, se cortar se tornou bonito, achar que é invisível virou desculpa, e falar que sofre disso tudo publicamente torna esses adolescentes populares.
Onde esse mundo vai parar desse jeito? Isso deveria ser motivo de tristeza e não de orgulho.
terça-feira, 15 de março de 2011
Amar é também avisar
O que eu tenho visto ultimamente são desilusões amorosas. Claro que muitas delas partem de meninas desesperadas por caras que nem olham para elas direito.
Se o amor é algo pelo que todos correm atrás, porque então algumas pessoas cismam em achar que ele também é sofrimento?
Dizem que amam, mas sofrem. Ficam agoniados, chorando pelos cantos, com um olhar triste e cabisbaixo.
O amor é algo grandioso e magnífico. Algo que é capaz de suportar qualquer coisa. Não pede nada em troca e faz aquele que ama feliz.
Se fosse alguma coisa para fazer as pessoas sofrerem, tenho plena certeza que não duraria muito tempo. Pelo menos, não entre as pessoas normais.
Então, para que ficar sofrendo, correndo atrás de quem não gosta de você, de quem não te trata bem, de quem não vê o valor que você tem?
Pare e pense (sim, pense. Largue a mão de agir só pela emoção. Afinal, o amor é racional, é uma atitude)... Se você sofre, conseqüentemente, não esta feliz, e se não está feliz, será que isso é amor? Ou você está correndo atrás de algo que acha que é amor, mas se desilude porque criou uma ilusão errada?
O amor não é aquilo que mostram nos cinemas. O amor não é assim “um mundo cor de rosa”.
O amor real é aquele no qual você não pensa em você, mas sim no próximo. Você não ama para saciar a sua vontade de ser amado ou a sua carência. Você ama pensando no outro, em fazer o outro feliz e esta pessoa, se te ama, vai querer fazer o mesmo.
Meninas, se o cara não parece estar tão interessado em você. Não se rasteje. Não fique indo atrás de quem nem te dá bola. Seja você mesma. Não banque a fácil. Quem gostar de você vai gostar pelo que você é, e não pelo que você faz para ser notada. Entendeu? O que mais importa é a sua essência. Porque o que você faz, é mera conseqüência do que você é, porque essa é a sua natureza.
Quando se ama alguém, ama-se as virtudes e os defeitos. Não se iluda com a imagem de alguém perfeito, nem com a imagem de que não tem mais ninguém bom nesse mundo e o que você tem (sofrendo e recebendo as migalhas) já é mais do que o suficiente.
Procure alguém de bom caráter. Porque se você é dessas pessoas que, lá no fundo, gosta de uma complicaçãozinha, achar alguém com bom caráter hoje em dia, já dá um bom pano para as mangas.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Um problema que não é só dos famosos
Todos, ou a grande maioria dos jovens, estão vendo o caso da Miley Cyrus. E todos nós sabemos que não é de hoje que ela tem dado umas endoidadas.
A coisa triste mesmo foi vê-la se drogando. Eu admito que acompanhei e ainda acompanho a carreira dela. Não gosto muito das músicas novas, porém, eu a acho uma boa atriz e me divirto com a série “Hannah Montana”.
O que os sites não param de dizer é que ela pode ter sido traída por uma amiga. Se isso é verdade ou não, nós não sabemos, mas imagina que coisa horrível? Ser traída pela própria amiga. E ainda... Que amiga, hein? Viu ela se drogando e filmou para colocar na mídia.
O que eu quero falar aqui não é só do caso da Miley, ou de tantos outros artistas que já passaram por esse problema, mas das drogas.
Drogas não levam a nada. Não faz você mudar de vida, não faz você passar na escola, não faz você ser popular, não faz seus pais terem orgulho de você, não faz você ter melhores amigos, não faz você se esquecer dos problemas. A droga só faz você se tronar dependente dela.
É espertão... Você que achou que já é grandinho e dono do seu nariz, vai se tornar dependente de algo que nem vida própria tem! Acha que ninguém pode mandar em você, mas você mesmo não tem autocontrole? Que liberdade, hein?! Tô impressionada! Ficar doidão pra quê? Para seus supostos amigos rirem de você enquanto você está fora de si e se matando?
Podem ter certeza que esses, não são seus amigos. Porque seus amigos, nunca iriam te querer ver mal, ou viciado em algo. Algo que tira sua liberdade, a sua alegria, a sua força de viver.
É, você que pensa que baseado é bom... Como você sabe? Já esteve bem e “em si” para poder perceber se é bom ou não?
“Ah, mas eu estava na empolgação da festa, ela estava ótima... Foi só um baseado!”
Festa boa, meu querido, é aquela que não te traz dor de cabeça nem arrependimento no dia seguinte.
Agora, com o vídeo abaixo, eu deixo a pergunta:
Baseado, né? Mas baseado em quê?
Ninguém mais dá liberdade, senão aquele que nos amou primeiro! #ficadica
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Se os homens não mudassem seus corações de criança...
Quando será que as pessoas vão perceber que guerra não leva a paz, que vingança não leva ao perdão, que mortes de outras vidas não substituem aquelas vidas que foram perdidas, mas, que ainda estão dentro de seus corações?Crianças com toda a sua inocência e fragilidade agem sabiamente, pois, em meio à guerra, mesmo chorando e não entendendo o que se passa, elas sabem, pelo menos, o que não está certo. Os adultos, que deveriam dar o exemplo, parecem que se esqueceram de suas lagrimas assustadas que escorriam por seus rostos quando eram pequenos e que, em muitas das vezes, essas lágrimas nem eram por uma bala perdida, mas por um simples trovão.
Se os homens quando crescessem não mudassem seus corações de criança, descobririam que o perdão e o amor são os melhores sentimentos que se pode ter e que estes, sim, podem transformar o mundo.
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